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"Nasci na Argentina; não é um segredo para ninguém.
Sou cubano e também sou argentino e, se não se ofendem as ilustríssimas senhorias da América Latina, sinto-me tão patriota da América Latina, de qualquer país da América Latina, que no momento em que fosse necessário, estaria disposto a entregar a minha vida pela liberação de qualquer um dos países da América Latina, sem pedir nada a ninguém, sem exigir nada, sem explorar ninguém."
che
E passados 4 anos, lá vamos nós outra vez!
Vamos mudar de morada, de espaço, de ambiente, passar horas no trânsito para chegar, passar horas no trânsito para voltar, sair mais cedo de casa, menos horas de sono... Vamos deixar de ver engravatados o dia todo, vamos estar mais perto do Chiado, vamos estar no centro da cidade...
Ultimamente muitas têm sido as mudanças... umas mais fáceis, outras mais dificeis de aceitar

E lá fomos nós de carro cheio, até parece que iamos ficar 15 dias fora, de prancha de surf, música e boa disposição...para um fim de semana, muito tranquilo e feminino.
Deu para colocar o sono em dia, descansar, passear, apanhar um solinho muito timido, conversar, tratar do corpo e da mente e como se não fossemos umas boas "Tugas" comer, comer, comer, petiscar, petiscar, beber....
Adorei reviver o lado kitch tão Português, com as bonecas de plástico da Nazaré, com os Galos de Barcelos, os paninhos da louça com bordados da terra, os íman de louça para colocar no frigorifico... Tudo very, very typical!
Ficou a promessa de que vamos regressar em breve.









A mulher nazarena é sempre identificada como a mulher das sete saias.
Tantas quantas os dias da semana, as cores do arco-íris e as virtudes...
Estas saias que a envolvem são sete, talvez por lenda ou talvez por superstição.
Sete saias coloridas, segundo a lenda, por serem sete os dias da semana, sete as cores do arco-íris, e pelas lendas, tradições e acções bíblicas relacionadas com o número sete.
Este traje é desde há muito usado pela mulher nazarena. E foi adoptado pelas nazarenas por influências da arte da pesca. Quando os pescadores iam para o mar, as mulheres da Nazaré esperavam-nos sentadas na areia e envoltas das suas saias que ajudavam a proteger do frio e da maresia que se fazia sentir pela madrugada.
Realmente este texto dá que pensar...
"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta
não aconselham temeridades.
Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da
benesse, não levam vidas descansadas.
Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa
ansiedade de contornos particularmente patológicos.
Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da
posição social e da fortuna familiar.
Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de
atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação
aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército
de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a
criança fosse um potro de competição.·
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas
sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com
sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão
geométrica para o infinito
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho,
os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar
forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais
queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos.
A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por
arrasar o mais leve traço de humanidade.
O que não deixa de ser uma lástima.·
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne,
saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a
felicidade!"
João Pereira Coutinho
Quanto mais ouço, mais gosto desta música!
Are we human?
Or are we dancer?
Gostei de voltar a sentir-me com 15 anos ao som dos Gun
He broke your heart
He took your soul
You're hurt inside
Because there's a hole
You need some time
To be alone
Then you will find
What you always know
I'm the one who really loves you baby
I've been knocking at your door
As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there
I've seen you cry
Into the night
I feel your pain
Can I make it right?
I realized there's no end inside
Yet still I'll wait
For you to see the light
I'm the one who really loves you baby
I can't take it anymore
As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there
You are my only one, I've ever known
That makes me feel this way
Couldn't on my own
I want to be with you until we're old
You have the love you need right in front of you
Please come home
As long as I'm living, I'll be waiting
As long as I'm breathing, I'll be there
Whenever you call me, I'll be waiting
Whenever you need me, I'll be there
by Lenny Kravitz
Está quase, quase a chegar o dia...